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The General
No âmbito da programação cultural do Bicentenário da Câmara Municipal de OIhão e, em particular, do ciclo APOS - Música clássica no território, a Orquestra do Algarve convida o público a revisitar a magia das grandes projeções do início do século XX. Em destaque estará The General, a obra-prima de Buster Keaton, numa experiência imersiva em que a música ao vivo devolve ao cinema a sua dimensão original de espetáculo total. Entre humor, ritmo e virtuosismo visual, esta proposta recupera o fascínio dos tempos em que a imagem em movimento dialogava diretamente com os músicos em palco, criando uma relação única entre som, narrativa e emoção.Com direção de Pablo Urbina, esta será uma oportunidade singular para descobrir — ou redescobrir — um clássico hilariante e incontornável do cinema. A apresentação deste concerto também reforça e aprofunda o compromisso de Olhão, em termos culturais, com o universo da música clássica e das suas múltiplas derivações artísticas, visando a formação de novos públicos para esta área. Pablo Urbina, DireçãoOrquestra do Algarve Bilhetes aqui.
The General
sáb
12
09
19:00
Olhão
+
Clássicos ma non troppo
Os solistas da Orquestra do Algarve propõem uma formação invulgar para este concerto de música de câmara: o quarteto de sopros. Este formato, ao mesmo tempo íntimo e versátil, estava muito em voga nas primeiras décadas do século XIX, tendo os italianos Gioacchino Rossini e Vincenzo Gambaro escrito, cada qual, suas partituras para esta formação nos mesmos anos, entre 1812 e 1813. Quem terá certamente ouvido quartetos de sopros em contextos domésticos, como saraus e serões musicais, é Franz Schubert. Um nome habitual entre os principais círculos de amadores musicais de Viena, Schubert era nesses anos conhecido como um compositor de canções, capaz de as acompanhar ao piano. Tímido por natureza, o seu génio só viria a ser conhecido em toda a sua magnitude após a sua morte precoce aos 31 anos em 1828. Num período marcado pelo domínio operático de Rossini, Schubert terá seguramente escutado muitos arranjos das suas óperas tocados em formações pequenas como a do quarteto de sopros. Assim, rende-se-lhe homenagem ao interpretar o magistral andamento lento do seu principal quarteto de cordas, A Morte e a Donzela, escrito em 1824 e destinado a um contexto de escuta privada e informal. Por fim, para dar a ouvir a sonoridade dos nossos tempos, o quarteto de sopros irá interpretar um tango de Daniel Dorff, composto em 1990 para quarteto de clarinetes que teve tamanho sucesso que o autor teve de fazer mais de uma dúzia de versões para outras formações instrumentais. A versão desta noite é a 14ª! Programa G. Rossini, Andante e Tema con VariazioniF. Schubert, Andante con moto do Quarteto em Ré menor, A Morte e a DonzelaVincenzo Gambaro, Quarteto n.º 1 em Fá Maior, Três Quartetos Concertantes, Op.4I. Allegro II. Andantino III. Polonaise Vicenzo Gambaro, Quarteto n.º 2 em Ré menor, Três Quartetos Concertantes, Op.4I. Allegro brillante II. Menuetto vivaceIII. Finale agitato Daniel Dorff, It takes four to Tango Joaquim Moita, Fagote Luís Miguel Garcia, Flauta Emídio Costa, Clarinete André Gomes, Trompa Entrada livre
Clássicos ma non troppo
qui
17
09
19:00
Faro
+
Clássicos ma non troppo
Os solistas da Orquestra do Algarve propõem uma formação invulgar para este concerto de música de câmara: o quarteto de sopros. Este formato, ao mesmo tempo íntimo e versátil, estava muito em voga nas primeiras décadas do século XIX, tendo os italianos Gioacchino Rossini e Vincenzo Gambaro escrito, cada qual, suas partituras para esta formação nos mesmos anos, entre 1812 e 1813. Quem terá certamente ouvido quartetos de sopros em contextos domésticos, como saraus e serões musicais, é Franz Schubert. Um nome habitual entre os principais círculos de amadores musicais de Viena, Schubert era nesses anos conhecido como um compositor de canções, capaz de as acompanhar ao piano. Tímido por natureza, o seu génio só viria a ser conhecido em toda a sua magnitude após a sua morte precoce aos 31 anos em 1828. Num período marcado pelo domínio operático de Rossini, Schubert terá seguramente escutado muitos arranjos das suas óperas tocados em formações pequenas como a do quarteto de sopros. Assim, rende-se-lhe homenagem ao interpretar o magistral andamento lento do seu principal quarteto de cordas, A Morte e a Donzela, escrito em 1824 e destinado a um contexto de escuta privada e informal. Por fim, para dar a ouvir a sonoridade dos nossos tempos, o quarteto de sopros irá interpretar um tango de Daniel Dorff, composto em 1990 para quarteto de clarinetes que teve tamanho sucesso que o autor teve de fazer mais de uma dúzia de versões para outras formações instrumentais. A versão desta noite é a 14ª! Programa G. Rossini, Andante e Tema con VariazioniF. Schubert, Andante con moto do Quarteto em Ré menor, A Morte e a DonzelaVincenzo Gambaro, Quarteto n.º 1 em Fá Maior, Três Quartetos Concertantes, Op.4I. Allegro II. Andantino III. Polonaise Vicenzo Gambaro, Quarteto n.º 2 em Ré menor, Três Quartetos Concertantes, Op.4I. Allegro brillante II. Menuetto vivaceIII. Finale agitato Daniel Dorff, It takes four to Tango Joaquim Moita, Fagote Luís Miguel Garcia, Flauta Emídio Costa, Clarinete André Gomes, Trompa Entrada livre
Clássicos ma non troppo
sáb
19
09
19:00
Pechão
+
Clássicos ma non troppo
Os solistas da Orquestra do Algarve propõem uma formação invulgar para este concerto de música de câmara: o quarteto de sopros. Este formato, ao mesmo tempo íntimo e versátil, estava muito em voga nas primeiras décadas do século XIX, tendo os italianos Gioacchino Rossini e Vincenzo Gambaro escrito, cada qual, suas partituras para esta formação nos mesmos anos, entre 1812 e 1813. Quem terá certamente ouvido quartetos de sopros em contextos domésticos, como saraus e serões musicais, é Franz Schubert. Um nome habitual entre os principais círculos de amadores musicais de Viena, Schubert era nesses anos conhecido como um compositor de canções, capaz de as acompanhar ao piano. Tímido por natureza, o seu génio só viria a ser conhecido em toda a sua magnitude após a sua morte precoce aos 31 anos em 1828. Num período marcado pelo domínio operático de Rossini, Schubert terá seguramente escutado muitos arranjos das suas óperas tocados em formações pequenas como a do quarteto de sopros. Assim, rende-se-lhe homenagem ao interpretar o magistral andamento lento do seu principal quarteto de cordas, A Morte e a Donzela, escrito em 1824 e destinado a um contexto de escuta privada e informal. Por fim, para dar a ouvir a sonoridade dos nossos tempos, o quarteto de sopros irá interpretar um tango de Daniel Dorff, composto em 1990 para quarteto de clarinetes que teve tamanho sucesso que o autor teve de fazer mais de uma dúzia de versões para outras formações instrumentais. A versão desta noite é a 14ª! Programa G. Rossini, Andante e Tema con VariazioniF. Schubert, Andante con moto do Quarteto em Ré menor, A Morte e a DonzelaVincenzo Gambaro, Quarteto n.º 1 em Fá Maior, Três Quartetos Concertantes, Op.4I. Allegro II. Andantino III. Polonaise Vicenzo Gambaro, Quarteto n.º 2 em Ré menor, Três Quartetos Concertantes, Op.4I. Allegro brillante II. Menuetto vivaceIII. Finale agitato Daniel Dorff, It takes four to Tango Joaquim Moita, Fagote Luís Miguel Garcia, Flauta Emídio Costa, Clarinete André Gomes, Trompa Entrada livre
Clássicos ma non troppo
dom
20
09
19:00
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